O QUE O CAPTAIN SULLENBERGER TEM A NOS ENSINAR – SEGUNDA PARTE

Conforme relatamos no post anterior, na tarde de 15 de janeiro de 2009, após uma colisão com um bando de pássaros que inutilizou seus dois motores,  o Comandante  Sullenberger foi obrigado a pousar sua aeronave, um Airbus A-320, nas águas do rio Hudson em Nova York. Hoje vamos enfatizar mais algumas características de sua formação de aviador, bem como aspectos positivos de sua personalidade.

Em primeiro lugar, Sully jamais deixou de se aperfeiçoar. Além de sua formação de piloto da USAF e posterior qualificação como comandante de jatos multi-motores em companhias aéreas, ele trabalhou em paralelo na investigação de diversos acidentes aeronáuticos, adquirindo desta forma enorme experiência em segurança de vôo. Também se habilitou como instrutor de pilotos, o que provavelmente fez com que se tornasse bastante criterioso quanto aos padrões exigidos na aviação.

Mas um acréscimo importantíssimo no portfólio de conhecimentos do comandante foi o fato de que ele aprendeu a pilotar planadores. O manejo de aeronaves sem motores lhe deu a experiência e a confiança necessárias a  manter seu jato planando mesmo quando ambas as turbinas da mesma se apagaram.

Diante do que já foi mencionado, podemos ir intuindo que profissionais de sucesso estão constantemente em busca de novos conhecimentos técnicos ao mesmo tempo em que buscam aprimorar suas habilidades laborais . Eles nunca estão satisfeitos com a sua condição atual, procurando sempre galgar um novo step. É esta sede de novidades que os torna vencedores em suas respectivas áreas, e não estamos falando apenas da aviação.

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Mas vamos deixar um pouco o piloto de lado e falar algo do homem ? Há diversas características que tornam pessoas como Sullenberger especiais, qualquer que seja a profissão que exerçam, mas hoje vamos destacar que em geral :

– Elas tem um temperamento calmo e analítico (Sully manteve a tranqüilidade e buscou a melhor opção para o momento, que no caso era pousar no rio. Embora pareça uma alternativa assustadora, hoje se sabe que se ele tivesse tentado voltar para a pista, provavelmente cairia tentando);

– Sabem trabalhar em equipe : mesmo sob tensão, ele dividiu com perfeição as tarefas no cockpit com seu co-piloto e, após o pouso, ajudou as comissárias na evacuação dos passageiros e

– Tem uma consciência muito acentuada de sua responsabilidade : procurando garantir que ninguém fosse deixado para trás, Sullenberger foi a última pessoa a abandonar aquele avião que afundava.

Acho que não é preciso dizer mais nada sobre seu caráter.

Voltaremos em breve com mais lições do Comandante Sullenberger.

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Assista o vídeo com a simulação do pouso de Sullenberger no rio Hudson:

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